O QUE OFERECEMOS

A sala exclusiva de procedimentos, dentro do ambiente cirúrgico, com acesso direto ao laboratório, permite a execução de todo tipo de técnica necessária para o sucesso do tratamento. Tudo de acordo com as mais exigentes normas de segurança e um atendimento personalizado e, acima de tudo, humanizado.

 

O Centro de Reprodução Humana Mater Dei fica localizado no 2º andar do Mater Dei Santo Agostinho, com consultas eletivas também no ambulatório do Mater Dei Betim-Contagem.

QUANDO DEVO PROCURAR UM ESPECIALISTA

EM REPRODUÇÃO HUMANA?

Na presença de infertilidade e/ou na presença dos seguintes situações:

 

  • Ciclos menstruais irregulares: podem estar relacionados a distúrbios da ovulação (síndrome dos ovários polimicrocísticos, alterações da tireóide, prolactina, etc) o que pode levar à infertilidade.
  • Histórico de endometriose: embora nem toda mulher com endometriose seja infértil, estima-se que a doença esteja presente em até 50% das inférteis. 
  • Na presença de problemas já conhecidos por um dos parceiros e que possam levar a dificuldades para engravidar.
  • Para preservação da fertilidade por diversos fatores como: doenças, desejo de adiar a maternidade/paternidade, dentre outros. 

O QUE É INFERTILIDADE? 

A infertilidade é definida como a incapacidade de engravidar após um ano de atividade sexual sem o uso de qualquer método contraceptivo e atinge cerca de 15% dos casais.

O período de um ano é considerado normal para se engravidar. Se não ocorrer a gravidez em um ano, um especialista deverá ser consultado para realização de exames direcionados para avaliação da fertilidade.

Em mulheres acima dos 35 anos, esse tempo de espera deve ser de seis meses devido à redução da reserva ovariana (quantidade e qualidade do óvulos nos ovários).

 CAUSAS E INCIDÊNCIA DA INFERTILIDADE

QUAL A CAUSA DA INFERTILIDADE? 

Os fatores responsáveis pela infertilidade podem ser masculinos e femininos. É importante ressaltar que independente do fator etiológico a abordagem sempre visa o casal.

 

Outras causas:

Para além dos fatores biológicos há também o o uso da reprodução assistida por outros fatores como para quem deseja uma produção independente, casais homoafetivos e pessoas transgêneros. 

 

QUAL A INCIDÊNCIA DE INFERTILIDADE? 

Estima-se que a prevalência da infertilidade conjugal seja de 10 a 15% dos casais. Esta taxa aumenta com a idade da mulher, observando-se redução significativa após os 35 anos de idade.

Causas femininas    30%

Causas masculinas    30%

Alterações no casal    25%

Sem causa aparente    15%

PRINCIPAIS CAUSAS DE INFERTILIDADE NO HOMEM
  • Baixo número de espermatozoides;
  • Ausência de espermatozoides por uma falha na produção no testículo ou por uma obstrução nos canais de saída dos espermatozoides;
  • Diminuição da motilidade do espermatozoide, o que impede que ele encontre e fertilize o óvulo, processo que habitualmente ocorre na trompa;
  • Alterações na forma do espermatozoide, o que interfere na sua capacidade de penetrar nas camadas do óvulo;
  • Dificuldade no coito, por algum distúrbio na ejaculação ou na ereção.
PRINCIPAIS CAUSAS DE INFERTILIDADE NA MULHER
  • Distúrbios da ovulação onde a paciente apresenta irregularidade menstrual que afetam o período ovulatório;
  • Obstrução Tubária: impede que haja o encontro entre o espermatozoide e o óvulo. A avaliação é feita pela radiografia das trompas (histerossalpingografia) ou pela laparoscopia;
  • Alterações no útero: doenças como miomas, pólipos, infecções, aderências ou malformações podem impedir que o embrião tenha uma implantação correta. O ultrassom,  ressonância magnética e a histeroscopia são exames usados para se avaliar o útero.

Há várias modalidades terapêuticas disponíveis

Clique e saiba mais sobre cada uma delas:

Indução da ovulação e orientação de coito

 

Uso de medicamentos para induzir o crescimento de um a quatro folículos capazes de liberar o óvulo (em cada folículo se desenvolve um óvulo) para serem fecundados durante a relação sexual programada. Para isso é utilizado a monitorização do ciclo com auxílio da ultrassonografia endovaginal.

Estimulação da ovulação e

inseminação intrauterina (IIU)

O que é inseminação intrauterina (IIU)?
Trata-se de uma técnica simples de reprodução assistida (baixa complexidade). Para a realização da IIU é necessário que as trompas não estejam obstruídas e o espermograma sem alterações importantes. Na IIU o sêmen preparado no laboratório é colocado dentro do útero e  a fertilização ocorre dentro do organismo feminino.

 

A inseminação artificial é indicada para os seguintes casos: 

  • Casais com alterações leves no sêmen e distúrbios de ovulação; 
  • Casais homoafetivos femininos;
  • Mulheres que querem engravidar por produção independente;
  • Casos de endometriose leve;
  • Infertilidade sem causa aparente, dependendo de características específicas de cada situação.

Como é o processo para realização de IIU?
São utilizados medicamentos para estimular a ovulação e o crescimento de um a no máximo, quatro folículos. O crescimento dos folículos (cada folículo contém um óvulo) é monitorizado através da ultrassonografia.

 

A IIU após preparo do sêmen (que pode ser do parceiro ou de banco de sêmen) no laboratório é feita 24 a 36h após, utilizando-se um cateter para colocar o sêmen no interior do útero, próximo a abertura das trompas.

 

Quais as taxas de sucesso da IIU?
As taxas de sucesso da IIU são em torno de 15% por tentativa, dependendo do tipo de medicação usado na indução da ovulação, a idade da mulher e a presença de outros fatores de infertilidade.

Congelamento de espermatozoides

 

 

Assim como as mulheres, os homens também têm sua capacidade reprodutiva comprometida pela idade. Em casos de paternidade tardia o congelamento dos espermatozoides possibilitam a preservação da fertilidade masculina e a qualidade do esperma. As amostras congeladas podem ser armazenadas por tempo indeterminado e descongeladas quando o paciente desejar utilizá-las em um tratamento de reprodução assistida sem acarretar nenhum risco genético ou a gestação.

 

Esse tratamento é indicado para homens que passarão por procedimentos que comprometam sua fertilidade ou em casos onde o homem pretende fazer vasectomia, mas teme que futuramente mude de ideia e opte pela paternidade.

 

Congelamento de óvulos

 

 

Após os 35 anos de idade há uma queda brusca na fertilidade feminina, esse método de criopreservação é indicado quando mulheres optam por adiar a maternidade ou precisam fazer a retirada dos ovários, como é o caso de algumas pacientes em tratamento oncológico, por exemplo.  

 

Apesar de ser possível realizar o congelamento dos óvulos em idades superiores aos 35 anos é recomendável que a mulher não ultrapasse essa idade para o congelamento uma vez que após essa idade a taxa de fecundidade cai gradativamente. 

 

Pesquisa Genética de embriões

 

Algumas doenças são adquiridas de forma hereditária através da alteração em um dos genes. Quando os pais sabem que há a possibilidade do filho adquirir alguma condição genética é possível usar o recurso da reprodução assistida com o PGT (Teste Genético Pré-Implantacional). 

 

O teste é recomendável no processo de FIV quando há esse histórico na família e em casos de cariótipo parental alterado ou em alguns casos abortamento de repetição. Através do PGT é possível identificar alterações genéticas no embrião antes de serem transferidos para o útero. Dessa forma, possíveis doenças hereditárias são evitadas no bebê. 

 

O método permite detectar anomalias cromossômicas (como a síndrome de Down, Turner, Patau, Edwards e Klinenfelter) e mais de 100 doenças hereditárias, como anemia falciforme, talassemia beta, surdez congênita, fibrose cística e síndrome de imunodeficiência congênita.


É importante esclarecer que o exame não aumenta a taxa de gravidez. A avaliação não “melhora” o embrião, apenas diagnostica quais são normais e anormais.

Fertilização in vitro (FIV)

 

Trata-se de uma técnica de reprodução assistida na qual o processo de fertilização (a fecundação do óvulo pelo espermatozóide) pode ocorrer de forma convencional, na qual o espermatozóide é colocado em contato com o óvulo e o processo de fertilização ocorre espontaneamente; ou pode ser feito a partir da Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides - ICSI, onde um espermatozóide é escolhido e colocado dentro o óvulo com auxílio de um equipamento chamado micromanipulador de gametas.

 

Clique no botão abaixo e saiba mais sobre a FIV.

Clique e saiba mais

Ovodoação

 

A ovodoação consiste em uma técnica de reprodução assistida na qual a futura mãe (mulher receptora) realiza um procedimento de fertilização in vitro (FIV) onde é utilizado o óvulo de uma doadora. A doadora é anônima e não pode pertencer à família da receptora. Vários critérios são utilizados para a escolha da doadora de óvulos, entre eles estão a idade que, obrigatoriamente, abaixo de 35 anos e a ausência de doenças infecto-contagiosas, hereditárias ou cromossômicas.

Congelamento de embriões

 

Também conhecido como um método de criopreservação, esse tratamento consiste em congelar os embriões desenvolvidos através da fertilização in vitro (FIV) possibilitando transferências futuras para novas tentativas de gravidez. A partir da FIV pode haver o desenvolvimento de vários embriões saudáveis e nem todos precisam ser transferidos para o útero, sendo assim, é realizado o congelamento dos embriões.

 

Caso o casal desista de engravidar, os embriões permanecem congelados até que seja definido um destino para eles (As possibilidades são doação para outro casal, doação para pesquisa científica ou de acordo com a Resolução 2.168 do CFM de 21/09/2017 os embriões deverão ser mantidos pelo casal no mínimo por 3 anos).

 

Eclosão assistida (hatching)

 

 

Para que a mulher engravide é necessário que o embrião saia da zona pelúcida que é uma membrana que o protege. Esse é um grande desafio na implantação do embrião durante a reprodução assistida. 

 

Para facilitar esse processo o procedimento de eclosão assistida é utilizado a partir de uma micromanipulação que abre um orifício nessa membrana durante o desenvolvimento, in vitro, do embrião, para facilitar a sua adesão ao endométrio.

 

Gestação de Substituição

 

Conhecida erroneamente como barriga de aluguel, a gestação de substituição é recomendada desde que exista um problema médico que impeça ou contraíndique a gestação na mulher ou para casais homoafetivos. 

 

Para o tratamento de gestação de substituição o casal gera um embrião que é  implantado no útero de uma mulher voluntária que deve ser da família de um dos parceiros com parentesco até quarto grau conforme recomendação da legislação vigente. Demais casos estão sujeitos a autorização do CRM.

 

Gestação de substituição para casais homoafetivos:

 

Para um casal de homens é necessário o uso dos espermatozóides de um dos dois e os óvulos de uma doadora anônima. Os embriões resultantes serão transferidos para o útero. A cessão temporária do útero não pode ter caráter lucrativo ou comercial de acordo com a Resolução 2.168 do CFM de 21/09/2017.

 

No caso de um casal de mulheres, é realizada a gestação compartilhada onde uma fornece os óvulos e a outra o útero. Os espermatozoides partem de um doador anônimo.  

 

Preservação da fertilidade

 

A preservação da fertilidade pode ser procurada por variados motivos como desejo de postergar a gravidez ou tratamentos para doenças que podem comprometer a fertilidade, como o tratamento oncológico por exemplo. 

 

O momento ideal para procurar a Oncofertilidade seria antes do início de um tratamento oncológico (quimioterapia ou radioterapia). Como existe um aumento da incidência de câncer em pacientes jovens e as chances de cura estão cada vez mais altas, é muito importante analisar as consequências do tratamento e tomar as medidas necessárias para a preservação da fertilidade.

 

Para as mulheres existem três opções disponíveis: 

 

  • Congelamento de óvulos: o congelamento é feito de 12 a 14 dias antes do tratamento. Nesse caso, é feita a indução da ovulação para coleta e armazenagem dos óvulos maduros que serão mantidos congelados;
  • Congelamento de embriões: Nesse caso a fertilização é realizada em laboratório após a coleta dos óvulos e espermatozoides para que posteriormente haja o congelamento dos embriões;
  • Congelamento de tecido ovariano: Nesse método é necessário que a mulher realize uma cirurgia por videolaparoscopia para retirar parte do ovário. O tecido retirado passa por preparação e é congelado, podendo posteriormente ser reimplantado e voltar a produzir óvulos. 

 

Preservação da fertilidade para homens:

 

No caso dos homens que passarão por tratamento oncológico ou qualquer outro fator que necessite da preservação da fertilidade, basta procurar o centro de reprodução humana para congelamento adequado do sêmen antes de iniciar o tratamento. 

Banco de sêmen

 

O banco de sêmen (ou banco de doadores de esperma) é uma espécie de arquivo que reúne amostras do material biológico coletado de doadores voluntários. As doações são anônimas e voluntárias de acordo com a legislação brasileira e o Conselho Federal de Medicina. 


Diversos dados do doador, como  seu histórico médico, familiar, cor dos olhos, da pele, cabelo, altura, peso, idade, profissão e outras informações ficam a disposição para a mulher ou casal tentante consultar. 


Geralmente, esse recurso é procurado por casais homossexuais femininos, mulheres solteiras em busca de produção independente e casais heterossexuais que enfrentam problemas de fertilidade masculina.


Quem são os doadores de esperma? 


Os doadores de esperma são homens que decidem ir até o banco e se oferecerem para integrar o cadastro de voluntários. É necessário ter entre 18 e 50 anos, ser saudável e não pertencer a grupos de risco para doenças sexualmente transmissíveis, não ser portador de doenças genéticas ou ter patologias congênitas graves na família. 


São realizados uma série de exames, como espermograma e exames sorológicos para ter certeza de que o esperma é de boa qualidade e produzirá embriões saudáveis quando for utilizado. 


A amostra fica, então, armazenada por um período para observação da janela de manifestação de determinadas doenças. Se estiver tudo certo, o homem entra de forma anônima para o cadastro de doadores. 

REPRODUÇÃO ASSISTIDA PARA CADEIRANTES

Técnicas para mulheres cadeirantes

De maneira geral, as mulheres cadeirantes que não possuem nenhum tipo de problema de fertilidade, podem engravidar de forma natural.

 

No entanto, caso seja diagnosticado problema de infertilidade, a mulher tem a opção de recorrer aos tratamentos de reprodução assistida:

 

  • Indução da Ovulação e Orientação do Coito;
  • Inseminação Intrauterina (IIU);
  • Fertilização in Vitro.

 

É importante ressaltar que a gestação de uma cadeirante exige um acompanhamento de uma equipe médica, devido aos desafios naturais de uma gestação e aos cuidados especiais relacionados à sua condição.

Graças aos avanços da Medicina e das técnicas de Reprodução Humana, homens e mulheres cadeirantes têm a possibilidade de realizar o sonho de se tornarem pais ou mães.

 

Técnicas para homens cadeirantes

Homens cadeirantes que apresentam alterações nas funções sexuais, também podem se tornar pais, mas é necessário avaliar a causa que o tornou cadeirante, analisando qual a melhor técnica de reprodução assistida, ou se é possível engravidar a parceira de maneira natural.

 

No caso de homens que tenham sofrido alguma lesão medular, a fertilização in vitro pode ser a melhor solução. Nesses casos, é necessário realizar a coleta de espermatozoides por meio de algumas técnicas, como punção direta do epidídimo ou do testículo. Após a coleta, o material é levado para o laboratório para ser utilizado na fertilização dos óvulos da parceira.

 

Há um risco aumentado de nascer uma criança malformada?

 

Até o momento, a literatura mundial relata que as taxas de malformações e o desenvolvimento das crianças nascidas através de técnicas de reprodução assistida é semelhante ao das crianças geradas por métodos naturais.

É possível medir quanto “tempo de vida fértil” a mulher possui?

 

Infelizmente não. Não há exame capaz de medir a fertilidade feminina muito menos "quanto tempo fértil a mulher ainda possui". Sabemos que as mulheres possuem um número não renovável de óvulos (folículos) em seus ovários e que, com o passar do tempo, o número e a qualidade dos mesmos reduz gradativamente até a ocorrência da menopausa (última menstruação). Esta redução se acentua particularmente após os 35 anos com consequente declínio natural das chances de gravidez. 

 

A quantidade de folículos que há no ovário, em determinado momento, é denominada de reserva ovariana, e seu conhecimento é importante para avaliar a possível chance de sucesso em tratamentos de reprodução assistida (inseminação ou fertilização in vitro), porque o sucesso do procedimento depende, até certo ponto, da reserva ovariana da mulher que, por sua vez piora com o aumento da idade. 

 

Os exames disponíveis (dosagens hormonais de FSH, hormônio anti-mulleriano –  HAM e contagem de folículos à ultrassonografia) apresentam falhas. O resultado deve ser avaliado levando em consideração fatores como idade e tempo de infertilidade. Muitas vezes, um exame alterado não é capaz de fechar o prognóstico por si só.

Quais as chances de sucesso?

 

As taxas de gravidez dependem de inúmeros fatores (tipo de medicação usada na indução, resposta à medicação, presença de fatores associados), sendo a idade da mulher o principal. Pacientes com idade mais avançada têm taxas de fertilização e gravidez reduzidas, com maior taxa de abortamento. 

O que é doação de óvulos?

 

A doação de óvulos (Ovodoação) é uma modalidade de tratamento na qual uma mulher (receptora) recebe óvulos doados por uma mulher mais jovem. Esta doação deve ser sigilosa e não pode ser remunerada nem ter caráter lucrativo nem comercial. É uma opção nas seguintes situações:


• mulheres com idade maior que 40 anos;


• reserva ovariana reduzida;


• falência ovariana prematura (menopausa precoce) ;


• má resposta ao tratamento na fertilização in vitro (FIV);


• falência ovariana pós-quimioterapia ou radioterapia, remoção cirúrgica dos ovários;


• risco significativo de transmissão de doenças genéticas aos filhos.

Dúvidas?

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EQUIPE RESPONSÁVEL

Nossa equipe é altamente especializada e conta com médicos, biólogos, embriologistas, enfermeiros e outros colaboradores.

Ana Márcia de Miranda Cota

Médica Ginecologista

CRM-MG 35.386

Márcia Cristiana Ferreira França

Médica Ginecologista

CRM-MG 34230

Márcia Mendonça Carneiro

Médica Ginecologista

CRM-MG 27578

Maria Clara Magalhaes

Médica Ginecologista

CRM-MG 29250

Rivia Mara Lamaita

Coordenadora

CRM-MG 28859

Bruna Oliveira Martins

Andrologista / Embriologista

Moísa Lúcia Pedrosa Corrêa da Silva

Andrologista / Embriologista

Centro de Reprodução Humana Mater Dei:

R. Gonçalves Dias, 2700 – Santo Agostinho, Belo Horizonte.

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